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domingo, 8 de maio de 2011

Mãe, te amo.

1986

Acho clichê (e comercial) demais essas datas "Dia das Mães", Dia dos Pais, dia do cachorro, dia do açougueiro... Mas, já que tem, vamos aproveitar da ocasião, não é?

Deixo aqui o meu FELIZ DIA DAS MÃES para todas as mulheres que desempenham esse papel com tanto amor e afeto. Dizem que mãe é tudo igual, só muda o nome. Eu acho que elas são bem diferentes, mas o que todas (não, a maioria) praticam em comum é o amor dedicado aos filhos, o abrir mão de qualquer coisa por outra pessoa. Acho isso lindo...

À minha mãe, deixo o meu eterno agradecimento. Por ter me dado a vida, por estar sempre por perto, pelo cuidado (em excesso, as vezes), pelo carinho e por todos os ensinamentos.
Todas as nossas diferenças (apesar de nós duas sermos do mesmo signo) só me mostram que uma conexão verdadeira ultrapassa toda e qualquer barreira. Somos tão diferentes e ao mesmo tempo, tão iguais.



Definitivamente, mãe e filha. Como manda esse tal de figurino.



Obrigada, mãe. Por todos os dias me incentivar a ser uma mulher melhor, uma pessoa mais correta e FELIZ.

Te amo, volta logo desse casamento chique que você foi ( e não me levou) para aproveitarmos o dia.

Beijo com amor,


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Love is ALL we need S2

Demorei muito pra entender o que era amor. Achava que ciúmes, insegurança, medo, choro, faziam parte desse filme. Somos influenciados, desde pequenos, por histórias onde há sofrimento, desilusão, traições e noites aos prantos. Na adolescência, somos incapazes de separar o joio do trigo da forma como tem que ser. E aí, quando a gente se vê nessa mesma condição, natural que pensemos "no filme foi assim, a fulana também foi vista chorando... amor é isso, paciência..."

Deus abençôe cada choro, cada mágoa, cada erro, cada fala "nunca mais quero ter ninguém". Eu definitivamente não descobriria o que é o amor, o verdadeiro amor, sem passar por tudo isso. A gente PRECISA passar por tudo isso pra poder entender que isso NÃO é amor. 
Já dizia Jorge Vercillo - "Não se ofenda com meus amores de antes, todos tornarem-se ponte pra que eu chegasse á você."

E só quando eu estava completamente blindada e calejada, descobri o AMOR. Sem censura, sem stress, sem receio, sem medo, sem neura, sem doenças. Amor é muito mais sublime do que muita gente imagina. A verdade é que muita gente dificulta...

Também é muito mais complexo do que palavras possam traduzir. Amor é uma mistureba jogada na panela, que precisa fritar muito e não deixar queimar.

E estando prontos, permitimos que o amor nos encontre, ao invés de ficarmos batendo em várias portas, achando que vamos escolher a dedo.
No meu caso, a maior prova disso foi ter conhecido o meu maior (e acho que primeiro) amor através do Orkut (alguém se lembra dele?)... Eu não procurei, não estava atrás de nada. Mas a lei da atração é DIVA e poderosa, acredite nela.

E 3 anos se passaram e todas as minhas teorias só se confirmaram. Amor não combina com dor. Amor tem gosto de sorvete de chocolate com calda e bastante confetti em cima. Ele pode até passar por uma dietas, mas são fases. E é na dieta que você descobre que o amargo, a falta do açúcar e do lambuzado no final... fazem uma falta danada.

Faça sua reflexão. Talvez essa não seja a sua forma de encarar o amor. Mas é a forma como eu aprendi a acreditar nele e, à minha maneira, aprendi a ser FELIZ! ♥


                                          Love is All...

 

                                          We need!



obs: antes das críticas, não estou incluindo nesse texto o amor de família. Esse é incomparável e já vem no DNA (pelo menos deveria vir...)

obs 2: Não existem regras para o amor. Mas existe um caminho mais florido para chegar até ele, basta você estar disponível para as surpresas da vida!

Com muito, muito amor.